segunda-feira, 28 de agosto de 2017

"Desvendando os segredos da pré-história no Sul do Brasil"

Continuando o caminho pela região encontrei o Museu de Paleontologia "Mario Costa Barberena" no Porto de Santa Vitoria do Palmar, RS., nas águas da Lagoa Mirim.

O cuidado do lugar e responsabilidade do Biólogo Jamil Pereira, um cidadão local, criado "entre ossos antigos", que se aproximou a procura da pre-historia por influencia do seu pai, e hoje tem se tornado o "guardião" de peças únicas e com conhecimento reconhecido a nível internacional na matéria.

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Apresentação

Para aqueles que não sabem, eu sou nascido na cidade de Melo (Cerro Largo - Uruguai) em março de 1976, a sessenta quilômetros da fronteira com o Brasil -filho de uma dona de casa e um pedreiro, entre muitas outras coisas-, linguisticamente influenciado pelos avós e bisavós, brasileiros e portugueses, mas também espanhóis.

A mais de 25 anos atrás, juntamente com alguns primos e assistindo carros e motos nas ruas jogamos a imaginar cuais veículos teríamos quando chegarmos a 30, 40 ou 50 anos de idade; lembro-me dizendo que eu queria viver viajando em qualquer coisa, mas passear, conhecer e andar.

Eu sempre desenhei e pintei, como qualquer um, mas aos poucos eu definí meus gostos e identidade artística, e não apenas pelas influências da minha família -ja que meu pai tem o dom natural de desenho-, mas por homens e mulheres artistas da minha cidade que forneceram os meus conhecimentos sem exigir nada em troca. A vida me levou para fotografia e filmagem, trabalhei em um canal de TV, foi empregado de um comerço de fotografía social e depois me tornei freelance por muitos anos, assim, até alcançar manter minha família com isso.

Hoje, depois de trabalhar mais de vinte anos como funcionário público, eu desenvolvi este projecto que tem tudo a ver comigo e que dei em chamalo "MOCHILARTE", ele consegue combinar minhas três paixões: viajar e vincular-me a arte através de fotografia e filmagem.

Eu não sei qual é o seu conceito de ARTE, mas .... acho que podemos defini-la como aquelo que gera ou comunica sensaçoes no artista ou no espectador com uma qualidade incomum.

Meu objetivo é aprender, descobrir e conhecer artistas de diversas artes e diferentes lugares do Brasil, aqueles que não são comerciais, aqueles que não existem nos maiores galerias ou concursos, aqueles que não vendem as suas obras em alta somas de dólares ou não tem o glamour dos grandes artistas, mas não por isso deijam de ter grande talento para aplicar seus conhecimentos com inteligência, técnica e paixão porque amam o seu trabalho, a su arte.

Por meio de entrevistas pessoais com artistas e através de fotográfias e vídeos de suas artes, tenho a intenção de compartilhar as mais diversas crieaçoes, tentando comunicar e gerar nos espectadores o valor real dessas obras, a mensagem e a intenção dos seus autores. 

Tudo isso com a sua participação e contribuição activa do modo que mais adiante vou detalhar...

Resumo CV

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Balneario do Hermenegildo - Prof. Homero Suaya Vasques Rodrigues

O Professor Homero oferece uma visão detalhada sobre a Praia do Hermenegildo, localizada em Santa Vitória do Palmar, no Rio Grande do Sul.

Como historiador e geógrafo local, conduz a narrativa, explicando que a região é quase uma península, limitada pelo Uruguai e pelo município de Rio Grande. Historicamente, a área fez parte dos "campos neutrais" estabelecidos pelo Tratado de Santo Ildefonso em 1777, onde atividades militares e políticas eram restritas.

A ocupação do litoral foi tardia devido aos desafios geográficos, como os extensos banhados, dunas e lagoas que dificultavam o acesso. O professor destaca que os primeiros balneários surgiram como refúgios durante epidemias no final do século XIX, quando as famílias buscavam o ar do mar para escapar de doenças.

A Praia do Hermenegildo especificamente foi idealizada por José Antonio Fontes, um construtor carioca que se estabeleceu na região e buscava um acesso mais próximo ao oceano. O nome do local é uma homenagem a Hermenegildo Silva, o proprietário de terras que indicou a Fontes uma passagem segura pelos banhados até a costa.

Além da história local, Rodriguez compartilha reflexões sobre o clima político brasileiro pré-1964, mencionando as dificuldades de lecionar disciplinas sociais sob vigilância ideológica. No vídeo também se exibem imagens atuais do balneário, mostrando sua infraestrutura urbana e os efeitos da erosão costeira nas estruturas próximas à areia.

Em suma, o conteúdo resgata a memória cultural e geográfica de um dos pontos mais austrais do litoral brasileiro.

Espero que gostem, curtam e compartilhem nas redes sociais.