sexta-feira, 30 de junho de 2017

11° Encuentro Internacional de Autos Clásicos

¡Un encuentro que ya es una tradición en Melo, Uruguay

Como todos los años, Pablo Jackson, Silvia Techera y todo el grupo del «Fierros Viajos Motor Club» convierten el aniversario de la ciudad de Melo en una verdadera fiesta sobre ruedas. El Encuentro Internacional de Autos Clásicos es el lugar ideal para quienes aman los motores, la historia y las buenas pláticas.

En la edición anterior, el evento reunió a casi 300 vehículos, entre autos clásicos, militares y motocicletas, atrayendo a entusiastas de Uruguay, Argentina y Brasil. Es ese ambiente de «Reunión de Amigos»: sin competencia, solo la alegría de ver máquinas curiosas y compartir la pasión por los fierros.





















Aquí les traemos motos, autos y otras máquinas curiosas, y les damos un consejo para junio.
Un consejo: el encuentro siempre se celebra en junio, junto con el cumpleaños de Melo. Si te gustan los autos antiguos, las motos y otras reliquias sobre ruedas, ¡ya puedes hacer planes para la próxima edición!

¡Compártelo con ese amigo que está loco por los autos clásicos! 👇

Echa un vistazo a un adelanto de cómo fue el 11.º Encuentro en el video:

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domingo, 4 de junho de 2017

"La Coronilla" mais que praias...

La Coronilla: onde a história, a natureza e a comunidade se encontram

Você já pensou em como uma pequena vila litorânea pode se transformar em um modelo de desenvolvimento sustentável sem perder sua essência?
Em uma conversa fascinante entre Ruben Pereira e Luis Perdomo, descobrimos a história e os desafios de La Coronilla, um local único no Uruguai que combina patrimônio histórico, riqueza natural e uma comunidade que resiste e sonha com um futuro melhor.

Um passado que merece ser resgatado
La Coronilla guarda a memória de sua antiga fábrica de sal, suas salinas e um aqueduto histórico. O que hoje é um mirante público já foi um edifício emblemático que, embora tenha precisado ser demolido por questões de segurança, continua vivo na memória coletiva. Porque preservar também é um ato de compromisso social.

Natureza protegida, potencial infinito
Cercada por reservas naturais e ilhas protegidas, La Coronilla possui um tesouro que dispensa monumentos artificiais: seu entorno é a atração. O turismo sustentável e ativo — esportes aquáticos, pesca, contato autêntico com a natureza — é o caminho.

Educação para o enraizamento
Um dos pontos mais importantes: formar os jovens no próprio território para que não precisem migrar. Educação ambiental, turismo e conhecimento do entorno podem transformar a identidade local em oportunidades reais de vida.

Comunidade que resiste
Apesar dos obstáculos institucionais — como a dissolução de comissões consultivas criadas por lei —, os moradores continuam defendendo seu patrimônio e sua terra. A união é seu motor.

“Não são apenas objetos inertes, podem ser ferramentas.”

O patrimônio e o meio ambiente não são relíquias: são motores de desenvolvimento.
La Coronilla nos ensina que o futuro sustentável se constrói a partir da identidade, da educação e do amor pelo lugar onde se nasce.
Você conhecia essa história? Que outros lugares do Uruguai merecem ser valorizados dessa forma?

Assista à conversa completa aqui La Coronilla" mais que praias...

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quarta-feira, 26 de abril de 2017

Quincas Avelino - "O ciclista aprendiz"


Entre Santa Vitoria do Palmar e Chuí , encontrei um cara que viajava de bicicleta com uma curiosa caixa, parei para falar com ele e descobri que era Quincas Avelino, um carioca que tinha saído em setembro 2016 de Niterói sem destino fixo, mais como objetivo de chegar na Argentina.

Mais o que encontrei interessante foi o seu intuito final, compartilhar a leitura de livros com crianças e população em geral, trocando literatura e conhecendo outros modos de vida.


Aqui está um post de blog estruturado a partir do texto fornecido, com um tom inspirador e reflexivo.

Cicloteca: A Jornada de Quincas Avelino e a Reinvenção do Mundo através das Rodas e dos Livros

Em um mundo que corre cada vez mais rápido, um jovem carioca decidiu desacelerar. Munido de um triciclo adaptado e uma biblioteca itinerante, ele cruzou mais de 3.000 km para descobrir que a humanização está nas coisas simples.

Imagine trocar a pressa do trânsito urbano pela cadência das pedaladas, e o isolamento dos carros blindados pelo calor dos encontros na estrada. Essa é a realidade de Quincas Avelino, um jovem de 28 anos que transformou sua vida em uma jornada ambiciosa pela América do Sul.

Sua companheira de viagem não é comum: trata-se da "Cicloteca", um triciclo adaptado que carrega não apenas bagagens, mas um tesouro: livros.

O Projeto Cicloteca: Literatura que Ocupa Espaços

Nascido em 2014, o projeto Cicloteca surgiu com um objetivo claro: ocupar e reinventar espaços públicos, como praças, através da literatura. A ideia era simples, mas poderosa: levar o livro para onde as pessoas estão, criando pontes onde antes havia vazios.

Inspirado pela obra "O Turista Aprendiz", de Mário de Andrade, Quincas se lançou na estrada para explorar a fundo a "literatura de deslocamento". Para ele, tanto a bicicleta quanto o livro compartilham a mesma essência: são ferramentas de humanização. Ambos exigem foco, paciência e, acima de tudo, uma desaceleração do ritmo frenético da vida moderna.

A Crítica ao Automóvel e a Busca pelo Essencial

Durante seus mais de 3.000 km pedalados, Quincas desenvolveu uma crítica afiada à cultura centrada no automóvel. Ele enxerga o carro não como facilitador, mas como um símbolo de ostentação que desumaniza o trânsito e as relações sociais. Ao trocar o motor pela força das próprias pernas, ele encontrou um tempo diferente — um tempo que permite ver o outro.

A estrada ensinou a Quincas a viver com o essencial. Conceitos como fome, fé e privilégio deixaram de ser teorias abstratas para se tornarem experiências diretas. A jornada proporcionou uma valorização profunda das coisas simples, como a descoberta do sabor real de um tomate orgânico, colhido na hora e livre de agrotóxicos. Um luxo que a correria cotidiana muitas vezes esconde.

Encontros e Espiritualidade: O Divino no Cotidiano

O impacto da viagem na psique do viajante foi profundo. Quincas relata encontros marcantes que o ajudaram a confrontar preconceitos e entender a complexidade humana. A convivência com um andarilho de passado difícil foi um divisor de águas, mostrando que a empatia é uma via de mão dupla.

Sua espiritualidade também sofreu uma metamorfose. Ele passou a encontrar o divino não em instituições religiosas, mas nas interações cotidianas, na imensidão da natureza e na simplicidade dos gestos.

A Chegada na Fronteira

Assim, em abril de 2017, Quincas chegou à fronteira do Uruguai. Mais do que um destino geográfico, essa chegada simboliza a reafirmação de um compromisso: o de levar adiante um estilo de vida idealista e a busca incessante por um futuro mais humano, conectado e, acima de tudo, livre.

A jornada de Quincas Avelino nos lembra que, às vezes, para avançarmos como sociedade, precisamos parar de correr e começar a pedalar — levando conosco não apenas o que precisamos, mas o que pode transformar o próximo.

Gostou dessa história? Compartilhe com quem precisa desacelerar! 🚲📚

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quarta-feira, 12 de abril de 2017

De pé

Voltei porque as circunstâncias da vida levaram-me a repensar o blog como um grande sinônimo de relações, como un tecido ou um rizoma (o caule) entre gente que faz arte e eu.

Esta continuaçao é acompanhada por um projeto, que certamente sem externalizar estava no meu inconsciente a mais de um ano atrás, talvez por isso o nome do blog já estava "de algum lugar no mundo ...".

Para mim, a ARTE: é mais do que o que é vendido em uma galeria pomposa, chiqui ou com glamour, a preços elevado quase irreal ou difundido nas grandes mídias internacionais. No decorrer da vida, mais especialmente nos últimos tempos, eu senti que há muita arte para mostrar, artes e artistas que não são comercialmente conhecidos, porque não querem ou porque não recebem seu lugar, que podem ser compartilhados e apreciados entre amigos e conhecidos através de redes socias. 

Para lá irão apontar a partir de agora meus trabalhos, para espalhar nossas culturas fundamentais que moldaram a nossa sociedade, reavaliar a arte e os artistas, seus processos artísticos, unir e reunir aqueles que fazem o que gostam com amor e sem ambição, com talento, inteligência e sensibilidade, buscando descobrir como e quanto temos afetivamente a dar e receber cada um de nós.













terça-feira, 22 de março de 2016

Trozos de vida...

“La historia del arte nos indica que arte y conciencia de la mortalidad vinieron al mundo de la mano, y que, quizá, el arte morirá cuando la muerte pase al olvido o deje de interesar” “El arte líquido”, pag 15, Zygmund Bauman


Tomando como punto de partida dicha frase, de forma temeraria y casi audaz, osaré en ésta oportunidad introducirme en un tema en el que alguno de los que lea esto puede discrepar, o con todo derecho no concordar, y hasta tal vez se sienta más capacitado para opinar, pero no por eso voy a limitar mi permanente deseo interior de analizar las cuestiones que me afectan de forma directa, mediante la abstracción, la exteriorización y el intercambio, con una postura crítica y constructiva como forma de llegar a una síntesis -al menos transitoria, porque la dinámica del tiempo también me puede llevar a cambiar de idea- de que significa el arte, sin perjuicio de los paradigmas que se nos transmiten como absolutos o dominantes.

Si la capacidad de expresar nuestras emociones, si la exteriorización de nuestra estado espiritual, son innatas y pueden incluso trascender nuestra existencia física -como lo demuestran las pinturas rupestres, las esculturas de la antigüedad y toda la arquitectura originaria de nuestras civilizaciones- por que limitar nuestras posibilidades de exteriorizarlas por medio de las artes de forma satisfactoria? No es acaso esa una postura castrante, restrictiva del deseo y la libertad de expresión de los otros?

Determinar que “es arte” solo lo que es premiado por algún jurado en un concurso o salón, motivados vaya uno a saber porque causa; o catalogar de “Obra de Arte” lo que se vende a mejor precio en una galería de renombre o prestigio, solo por que el artista pagó muy bien para que su obra sea comercializada en el mercado, eso es ARTE?

No es esto a caso degradante del propio artista y de todos los otros que son dejados de lado porque no pueden tener la misma visibilidad y oportunidad de compartir con nosotros lo que crean y hacen con todo su ser? No es tan soberbio y castrante cuanto lo es el sistema educativo formal, que evalúa numéricamente la capacidad de los individuos para establecer su capacidad o inteligencia?

Son innumerables los ejemplos en el que ambos sistemas de mediación se han equivocado, cuantos en su momento no fueron exitosos en “el mundo” establecido del arte y con el pasar de los años “los Van Gogh`s” han trascendido todas las corrientes y han sido determinantes para quienes practican el arte de la pintura como para los que solo admiran su expresión artística.

Cuantos científicos han cambiado el mundo con sus invenciones y descubrimientos a pesar de haber sido considerados, deficientes, anormales o incapaces por la educación formal de su época?

Entre tanto, “artistas” son creados en Facultades, Escuelas y Atelieres de Arte por el solo hecho de reproducir lo que se quiere que ellos reproduzcan, sin importar en qué situación están o que sienten a la hora de querer expresarse por medio de las artes, la soberbia de algunos y el elitismo de otros continua reproduciendo un sistema de sometimiento, castración, limitación y discapacidad creativa -al precio de desplazar y dejar de lado a otros con verdadera capacidad o don para exteriorizar sus sentimientos y estado espiritual- con el único fin de crear elementos que les den a ganar unos dólares más, que justifique su efímera existencia en un mundo donde cada día alguna gente procura ser libre y menos estructurada.

Si lo que de verdad nos importa es EL ARTE, facilitar la posibilidad de ser libres por medio de una expresión artística, ver seres más felices, personas más capaces y desarrolladas, sin caer en la popularización de las artes, sin sobrevalorar lo que crean los marginales sociales -por el solo hecho de estar en tal situación- pero ayudándoles a superar un nivel más, empecemos a valorar en su justa medida lo que crean sin esa desenfrenada necesidad de considerar cualquier cosa como arte con tal de poder comercializar al arte y al artista por la dimensión económico-financiera que ello pueda representar.

Valoremos las creaciones artísticas de forma individual, porque lo que le causa placer a todos no tiene porque ser parte de nuestras vidas, apreciemos las obras por lo que ellas significan para nosotros y no por lo que su creador “es” a los ojos de los demás, por su nivel económico o de estudio, disfrutemos del arte por su armonía, por su colorido, por su luz, por su cualidad, sabiendo y recordando que todos somos distintos y de la misma forma son nuestras capacidades de crear y exteriorizar nuestro interior más profundo a la hora de crear.

De lo contrario, iremos desapareciendo poco a poco como especie, continuaremos reproduciendo un sistema de castas, de pocos iluminados, de confrontación y frustración personal, sacando lo más bajo de nosotros, llenándonos de odio y rencor, sin libertad ni capacidad creativa, porque el dinero o la gloria no nos librará de la muerte …

Richar Enry